Quais seriam as chances de uma banda japonesa de math rock (estilo pouco conhecido até mesmo entre o público underground), que faz músicas instrumentais repletas de compassos irregulares e estruturas que desafiam qualquer fórmula convencional, conseguir lotar uma das principais casas de shows de São Paulo? E o detalhe mais curioso: tudo isso sem qualquer exposição significativa na grande mídia.
Tal feito já seria um desafio considerável a...