Tem banda que envelhece. Tem banda que desaparece. E tem banda que simplesmente fica trancada em algum castelo norueguês por oito anos, provavelmente cercada de velas, fumaça, grimórios e uma quantidade questionável de maquiagem, esperando o momento adequado para reaparecer. Dimmu Borgir pertence à terceira categoria.
Depois de “Eonian” (2018), o silêncio foi longo o bastante para qu...